Nasci na favela da Palmolive....minha família chegou em 1968 no Jaguaré......erat muito emprego e muitas empresas..... Jaguaré hj virou bairro de luxo.....o que dividia a minha casa da USP era um muro que dava na IPT.....onde era minha favela hoje são prédios de luxo..... aconteceu o fenômeno de gentrificaçao.... tiraram a favela e mandaram meus amigos lá pra zona Norte.......Uma coisa e vc estudar e comentar sobre algo....outra e viver os fatos........ favela pode não existir riquezas mas tem muita humanidade.... povo bom.....hj moro num lugar classe média onde os vizinhos não se falam..... irônico..... Jaguaré é bairro bom
Me lembra também de dois irmãos que moravam numa empresa que tem do lado da Lorenzetti. Eles soltavam pipas dentro dessa empresa. Não me lembro mais o nome desses dois irmãos pioneiros da época.
Conhecia a USP, como se fosse a palma da minha mão. Nadava e pescava no lago azul! Hoje! Raia olímpica. Soltava pipas na praça do relógio. Nadava e ia andar de carrinho de rolimã na calipal. Ia na fábrica de bolinha. Butantã. Ia roubar tripa de mico, nas salas de estudos, para fazer estilingue pata cassar passarinho na USP e prea onde hoje é o parque Vila lobos, que na época, era um terreno baldio. Estudei na Maria Eugênia. Morei na 3 arapongas.
A história do bairro foi enterrada embaixo de asfalto, mato e favelas. Nenhum dos projetos para o Jaguaré ou Vila Leopoldina pensa em resgatar as ferrovias que ali existiam. Não um projeto de VLT nessa região e ignoram que a mobilidade urbana também é dignidade e acesso à cidade. Manter esse monte de pessoas dependendo de pouca oferta de transporte coletivo, sendo apenas ônibus e desconhecer a história do local que mora, é os erros que São Paulo sempre comete.
Nasci na favela da Palmolive....minha família chegou em 1968 no Jaguaré......erat muito emprego e muitas empresas..... Jaguaré hj virou bairro de luxo.....o que dividia a minha casa da USP era um muro que dava na IPT.....onde era minha favela hoje são prédios de luxo..... aconteceu o fenômeno de gentrificaçao.... tiraram a favela e mandaram meus amigos lá pra zona Norte.......Uma coisa e vc estudar e comentar sobre algo....outra e viver os fatos........ favela pode não existir riquezas mas tem muita humanidade.... povo bom.....hj moro num lugar classe média onde os vizinhos não se falam..... irônico..... Jaguaré é bairro bom
Me lembra também de dois irmãos que moravam numa empresa que tem do lado da Lorenzetti. Eles soltavam pipas dentro dessa empresa. Não me lembro mais o nome desses dois irmãos pioneiros da época.
Conhecia a USP, como se fosse a palma da minha mão. Nadava e pescava no lago azul! Hoje! Raia olímpica. Soltava pipas na praça do relógio. Nadava e ia andar de carrinho de rolimã na calipal. Ia na fábrica de bolinha. Butantã. Ia roubar tripa de mico, nas salas de estudos, para fazer estilingue pata cassar passarinho na USP e prea onde hoje é o parque Vila lobos, que na época, era um terreno baldio. Estudei na Maria Eugênia. Morei na 3 arapongas.
A história do bairro foi enterrada embaixo de asfalto, mato e favelas. Nenhum dos projetos para o Jaguaré ou Vila Leopoldina pensa em resgatar as ferrovias que ali existiam. Não um projeto de VLT nessa região e ignoram que a mobilidade urbana também é dignidade e acesso à cidade. Manter esse monte de pessoas dependendo de pouca oferta de transporte coletivo, sendo apenas ônibus e desconhecer a história do local que mora, é os erros que São Paulo sempre comete.
"Sintonia"